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quarta-feira

HIPNOSE PELA HISTÓRIA E SUA PRESENÇA NAS RELIGIÕES E MEDICINA.

HIPNOSE ESTÁ PRESENTE EM TODAS RELIGIÕES "TODAS !" Isaias Pinto Hernandes.
ESTE TEXTO ABAIXO SE CHOCA COM A PSEUDA VERDADE APRESENTADA A CENTENAS DE ANOS PELA IGREJA, POIS A IGREJA CATÓLICA FOI A PRIMEIRA A UTILIZAR A HIPNOSE, COMO POR ELA CRIAR O PROCESSO DE EXORCISMO... INDUZINDO OU ENCONTRANDO DETERMINADA PESSOA HIPNOTIZADA POR SUGESTÃO FAMILIAR, PRÓPRIA PSIQUÊ OU DO CONDUTOR DO PROCESSO DE EXORCISMO. Isaias Pinto Hernandes.
* Hipnose! Existem fortes reservas morais à luz da fé Católica quanto a seu uso.
Fonte: Dom Estêvão Bettencourt (OSB)
A hipnose é um estado de sono em que o paciente fica sujeito às sugestões ou à vontade de um operador (podendo perdurar a influência deste mesmo depois de cessado o transe).
Em estado de hipnose, portanto, o indivíduo perde a sua personalidade em grau maior ou menor, pois é, até certo ponto, destituído da sua faculdade de raciocinar e da sua vontade própria. Em tais circunstâncias, arrisca-se a cometer atos que não cometeria em estado de lucidez.
Tem sido muito debatida a questão: será que o hipnotizador possui poder sugestivo necessário para obrigar o paciente a realizar até mesmo ações que contrariem a sua consciência?
O Dr. Júlio Camino (Como se hipnotiza, Madrid), médico que tem a experiência de milhares de casos de hipnotismo, afirma categoricamente que o hipnotizador pode induzir o paciente a crimes gravíssimos. Cita, por exemplo, o caso de uma senhora hipnotizada a quem ele sugeriu que no dia seguinte envenenasse toda a sua família, lançando na respectiva comida um pó que o hipnotizador lhe consignou (e que naturalmente era inofensivo). Pois bem, chegada a hora prevista, a senhora, já liberta da hipnose, julgando que ninguém a via, atirou nos alimentos de seus familiares o presumido veneno; entrementes os interessados e o médico às ocultas a espreitavam!
Nem todos os autores são do parecer do Dr. Camino; há quem assegure que o conflito psíquico provocado no paciente por uma ordem imoral pede chegar a despertá-lo do sono hipnótico. Contudo a tese de Camino parece demais comprovada pelos fatos para que dela se possa duvidar.
Além disso, sabe-se que a hipnose tem consequências psíquicas e físicas daninhas para o paciente: pode deformar-lhe a personalidade, reduzir-lhe a liberdade de arbítrio, excitar-lhe paixões para com o hipnotizador, assim como influir nocivamente sobre o coração e as grandes artérias do organismo.
Tais efeitos justificam as graves restrições que a Moral cristã faz ao uso da hipnose. Não é lícito ao homem alheiar-se à sua responsabilidade e colocar-se abaixo do nível da moralidade, pois Deus tendo feito o homem animal racional, deseja que ele proceda como ser racional e consciente. Sem razões imperiosas não se justifica que alguém se arrisque a cometer atos degradantes ou a servir aos interesses pecaminosos de outrem, manifestando segredos, revelando nomes que deveriam ficar ocultos, etc.
A consciência cristã veda, por conseguinte, a hipnotização praticada a título de mero divertimento. Não se lhe opõe, porém, desde que se tenha em mira curar ou aliviar um caso patológico, como a alucinação, a loucura, a insônia, a neurastenia, as dores resultantes de intervenção cirúrgica.
Em tais casos, devidamente diagnosticados, o cuidado do hipnotizar só poderá ser confiado a médico perito, comprovadamente honesto, que trabalhe em presença de testemunhas moralmente idôneas e com o consentimento do paciente ou de seus responsáveis.
A liceidade da hipnotização nessas circunstâncias reconhecida por declarações do Santo Ofício promulgadas em 1840, 1847 e 1899, as quais ao mesmo tempo não deixavam de chamar a atenção para os perigos da dita praxe. O Santo Padre Pio XII, aos 24 de fevereiro de 1957, num discurso dirigido a médicos, pronunciou-se sobre a anestesia em geral, considerando explicitamente a hipnose; eis um dos trechos que aqui nos interessam:
“Pretendo-se obter uma baixa da consciência e, por meio dela, das faculdades superiores, de maneira que se paralisem os mecanismos psíquicos de domínio utilizados constantemente pelo homem para .se governar e dirigir; este abandona-se então sem resistência ao jogo das associações de idéias, dos sentimentos e impulsos volitivos. Os perigos de tal estado são evidentes: pode acontecer que se libertem assim impulsos instintivos imorais… Suspender os dispositivos de domínio torna-se especialmente perigoso, quando se chega a provocar a revelação dos segredos da vida privada, pessoal ou familiar, e da vida social… Há certos segredos que se não devem revelar a ninguém, nem sequer, como diz uma fórmula técnica, uns viro prudenti o! silentii teraci!… Por isto não se pode deixar de aprovar o uso de narcóticos na medicação pré-operatória, para evitar tais inconvenientes…
Não queremos que se estenda pura e simplesmente à hipnose em geral o que dizemos da hipnose a serviço do médico. Com efeito, esta, como objeto de investigação científica, não pode ser estudada por quem quer que seja, mas só por um sábio sério e dentro dos limites morais que valem para toda atividade científica. Não é este o caso de qualquer círculo de leigos ou eclesiásticos que a praticassem como coisa interessante, a título de pura experiência ou mesmo por simples passatempo” (texto transcrito da “Revista Eclesiástica Brasileira” XVII [1957] 477s).
***
Paulo Pedrosa
A hipnose, além de ser inócua para realizar uma cura física ou moral, é um método muito perigoso. Além de perigo de dano físico, fisiológico, psíquico e intelectual, constitui principalmente uma perigo moral.
As pessoas mais susceptíveis à hipnose são ou histéricos ou os que sofrem de alguma neurose. Estes, pela hipnose, podem ser levados à loucura. O mecanismo cerebral é muito delicado, e a prática constante de hipnose pode tirar este mecanismo delicado do eixo. As sugestões hipnóticas estabelecem idéias e sentimentos, sentidos e razões em conflito, e viciam o funcionamento da mente.
Portanto, o hipnotismo é perigoso, e uma prática moralmente detestável. No processo de sugestão o indivíduo aliena sua liberdade e sua razão, se submetendo à dominação de outro. Ninguém tem o direito de abdicar desta forma ao seu direito à consciência para renunciar seus deveres para com a sua personalidade”
Fonte, Hypnotism, Catholic Encyclopedia,http://www.newadvent.org/cathen/07604b.htm
* AGORA VEJAM A VERDADE.... A HISTÓRIA DA HIPNOSE NO CATOLICISMO E AFIRMO TODA LITURGIA, TODAS FORMAS CRIADAS DE EXPECTATIVAS, ODORES, SABORES, FORMAS, CORES E IMAGENS NOS COLOCAM EM TRANSE.... ENTÃO AMIGOS, A DEFUMAÇÃO, AS ESSÊNCIAS, AS GRANDES IMAGENS AO ALTO, O ECO, A AMPLITUDE DE ESPAÇO, AS NOTAS MUSICAIS E DETERMINADOS SONS DE INSTRUMENTOS COMO ÓRGÃOS, TAMBORES, FLAUTAS, VIOLÃO, GUITARRAS E OUTROS.... BEM COMO PALMAS, DANÇAS, GIROS, NOS COLOCAM NUM ESTADO ALTERADO DE CONSCIÊNCIA....ENTENDERAM PORQUE EXPLORARAM FACILMENTE A INOCÊNCIA DAS PESSOAS QUE BUSCAM DETERMINADAS RELIGIÕES ? TENHO CERTEZA QUE JÁ VIRAM EM IGREJAS EVANGÉLICAS SHOWS DE HIPNOSE OU ATÉ HIPNOSE COLETIVA, COMO TAMBÉM JÁ SE VÊ NOS ENCONTROS CARISMÁTICOS, NAS TENDAS DE UMBANDAS, ILÊS DE CANDOMBLÉ, MOSTEIROS, IGREJAS GERAIS... ATÉ MESMO EM PRAÇAS PÚBLICAS. QUANDO VOCÊ COMPRA DETERMINADA COISA QUE AO SAIR DA LOJA PERCEBEU QUE NÃO TINHA NECESSIDADE E NEM CONDIÇÃO ALGUMA DE TER TAL COISA... FORA HIPNOTIZADO. AS CORES DAS LOJAS, DAS MARCAS, O PERFUME NELAS... A FALA BAIXA E PAUSADA DO BOM VENDEDOR OU MESMO AS QUE ATROPELAM NOSSO PENSAR... O SINCRONISMO DE POSTURA, DE TONS, OS ELOGIOS...TUDO FAZ PARTE DO QUE NÓS ESTUDIOSOS CHAMAMOS DE RAPPORT
( * Rapport é um conceito do ramo da psicologia que significa uma técnica usada para criar uma ligação de sintonia e empatia com outra pessoa.
Esta palavra tem origem no termo em francês rapporter que significa "trazer de volta". O rapport ocorre quando existe uma sensação de sincronização entre duas ou mais pessoas, porque elas se relacionam de forma agradável. A nível teórico, o rapport inclui três componentes comportamentais: atenção mútua, positividade mútua e coordenação.
Importante no estudo e identificação de várias manifestações comportamentais, o rapport pode ser usado no contexto de relacionamentos pessoais ou profissionais. Esta técnica é muito útil, porque cria laços de compreensão entre dois ou mais indivíduos.
Usar o rapport não significa aceitar todas as opiniões da outra pessoa, e sim ouvi-la e fazer com que ela veja que o seu ponto de vista ou valores são compreendidos e respeitados. É bastante comum pessoas tentarem "forçar" o rapport, com o objetivo de manipular o outro. No entanto, quando a intenção não é ter uma ligação genuína com essa pessoa, ela pode desconfiar e reagir negativamente à tentativa.
O rapport tem grande relevância no mundo empresarial, sendo muitas vezes usado estrategicamente em processos de negociação e vendas. No rapport, uma pessoa mostra interesse na opinião e nos pensamentos do outro, uma atitude que funciona como facilitadora de qualquer negociação.
Para muitas pessoas, o rapport é algo natural, sendo que elas conseguem criar uma ligação de respeito e confiança com outras pessoas sem terem que fazer um esforço consciente.
Em muitas ocasiões, o rapport está relacionado com a sedução, sendo uma ferramenta usada no contexto de relacionamentos, para melhorar a relação entre duas pessoas ou para conquistar uma pessoa interessante.
O rapport é frequentemente descrito como um dos fundamentos da PNL (Programação Neurolinguística), uma ciência que tem a mente humana como objeto de estudo e que pode ser usada para reprogramar condutas indesejadas. )
AMADOS AMIGOS E IRMÃO DE FÉ... A BENÇÃO DA TROCA ENERGÉTICA ATRAVÉS DOS ENCONTROS RELIGIOSOS SÃO UMA BENÇÃO, MAS NÃO CABE MAIS MENTIRAS E DEVANEIOS NA VIDA DE QUEM SE MANTEM EM BUSCA DE EVOLUÇÃO PELA PARTICIPAÇÃO EM ALGUMA DELAS. Isaias Pinto Hernandes - Sacerdote e Presidente da Sagrada Umbanda - Terapeuta Holístico - Magnetoterapeuta - TH - CRT 38862
A VERDADE !
HIPNOSE NAS RELIGIÕES E NA ÁREA MÉDICA
UMA BREVE HISTÓRIA DA HIPNOSE Hipnose
Um assunto tão antigo quanto à história da humanidade, a hipnose sempre foi e ainda vem sendo associada à magia, misticismo, bruxaria, controle da mente etc. Porém atualmente ela vem ganhando muito espaço na mídia e na ciência. É comum nos programas de televisão, um hipnólogo (posteriormente falarei mais sobre esta nomenclatura) induzindo pessoas da plateia a realizarem algo diferente ou engraçado. Nas ruas podemos ver placas oferecendo hipnose grátis. Mas é comum também encontrarmos na literatura científica, a hipnose sendo aplicada no controle da dor, na psicoterapia, no esporte e em outras áreas do conhecimento.
Entre as mais diversas abordagens terapêuticas utilizadas pelo homem, a hipnose é a mais antiga. Rituais, práticas religiosas, cânticos, meditações etc., utilizam-se dos chamados estados alterados de consciência (transe) com a finalidade de ‘cura’.
As principais nações da Antiguidade já usavam a hipnose. No Egito existem claras referências ao uso da hipnose para curar dores, encontradas em papiros e gravuras e lá se encontravam os Templos do Sono. Na Grécia, era reverenciado Esculápio, o deus da medicina. As pessoas iam ao Templo para dormir e serem curadas de seus males espirituais e buscar respostas para seus problemas pessoais. Na Índia, China, Pérsia, Caldéia, já se conheciam os estados de transe induzidos por sacerdotes, as curas por imposição das mãos utilizadas pelos reis – toque real – para produzir o alívio da dor e a cura de várias doenças.
Na China e no Oriente próximo, o uso do magneto – imã – já era usado terapeuticamente.
PARACELSO (1493-1541)
No século XVI o médico suíço comparava o homem aos pólos de um imã. Ele considerava o homem um microcosmo idêntico ao macrocosmo e, foi o primeiro a afirmar que havia doenças físicas e psíquicas. Assim, Paracelso propôs um tratamento químico para as doenças físicas e tratamento espiritual para as doenças não físicas.
Pe. GASSNER (1727 – 1779)
Foi um exorcista do séc. XVIII, e fazia demonstrações de hipnose induzida por susto. Usava um crucifixo cravejado de brilhantes que colocava na frente das pessoas, ordenando-lhes que olhassem fixamente para o crucifixo, enquanto ele recitava palavras em latim, e as pessoas o obedeciam sem mesmo conhecer o idioma. Ele sugeria que seus corações parassem, reduzia os batimentos, simulando a morte, e depois as “ressuscitava” por ordem imperativa.
MAXIMILIANO HELL (1720-1792)
Ele era padre jesuíta, professor de astronomia e astrologia. Curava os doentes aplicando-lhes pequenos pedaços de imã sobre o corpo.
FRANZ ANTON MESMER (1734-1815)
Nasceu em 23 de maio de 1734 na Áustria, doutorando-se em medicina pela Universidade de Viena em 1766 com a tese: “ De Planetarum Influxu”, um de seus professores foi o Pe. Hell. Mesmer percebeu que os fluídos, antes harmonizados pelo imã, poderia ser harmonizados através do toque das mãos ou as aproximando a uma pequena distância do corpo.
Mesmer foi a Paris e lá, formulou sua teoria do Magnetismo Universal – o Mesmerismo.
Durante as sessões de mesmerismo, algumas pessoas entravam num estado de calma e sonolência, enquanto outras entravam em um estado de excitação (catarse).
Em 11 de outubro de 1784, foi realizada uma comissão para estudar a descoberta do Magnestismo Animal. Participaram dessa comissão membros da Academia de Medicina e da Academia de Ciências, entre eles Benjamin Franklin, Lavoisier, Guillotin. Esta comissão considerou tudo fruto da imaginação, pois não havia nenhuma influência do chamado fluído magnético.
ARMAND CHASTENET DE PUYSÉGUR (1751-1825)
O Marquês de Puységur, discípulo de Mesmer, procurando curar um paciente com problemas respiratórios, se deparou com um estado de consciência muito especial. Seu paciente, em estado mesmérico, falava tranqüilamente, fazendo indicações de como proceder para obter sua cura. Puységur chamou este estado de sonambulismo artificial. O interessante era que, o paciente era um camponês (Victor) inculto, e o que ele falava no estado sonambúlico era de uma inteligência superior a sua inteligência comum. Usou o termo “sonambulismo” artificial.
ABADE FARIA (1756-1819)
José Custódio de Faria, nasceu em Goa, colônia portuguesa, na Índia. Seu método era o OLHAR fixamente nos olhos das pessoas, enquanto repetia a palavra “DURMA”.....as pessoas dormiam !!! e quando dizia “ACORDE” elas acordavam. Ele negava a existência de um fluído magnético e defendia a idéia de aquele estado era produzido pela diminuição do fluxo sanguíneo no cérebro. Ele havia descoberto a hipnose rápida e imperativa – TEATRAL.
JOHN ELLIOTSON (1791-1868)
Professor de medicina na University College Hospital e presidente da Sociedade Médica de Cirurgia. Em 1843 ele funda uma revista especializada, “ZOIST” e o primeiro Hospital Mesmérico em 1846. Realizou milhares de cirurgias sem dor.
JAMES ESDAILE (1808 – 1859)
Graduado e medicina em 1830. Trabalhou na Índia onde realizou mais de 3000 cirurgias usando o mesmerismo como anestésico – hipnoanestesia.
JAMES BRAID (1795 – 1860)
Através da fixação do olhar usava o mesmerismo e o considerou como sono artificial, produzido pelo cansaço do nervo ótico. Escreveu um livro com o título de: “ Neuroypnology or the Rationale or Nervous Sleep”. Deu o nome de HIPNOTISMO embora mais tarde notou que nada tinha haver com sono, mas o nome ficou inalterado. HYPNOS = SONO (do grego)
JEAN MARTIN CHARCOT (1825 – 1893)
No Hospital da Slpetrière, em Paris, o famoso neurologista faz uma série de experimentos com o hipnotismo, submetendo as pacientes histéricas. Para Charcot, o hipnotismo dividia-se em três partes:
1. CATALEPSIA: rigidez corporal
2. LETARGIA: flacidez muscular
3. SONAMBULISMO
Os métodos usados por ele eram através de fortes e repentinos estímulos (flash, gongo, etc). Um dos fenômenos interessantes que Charcot se deparou, foi o denominado por ele de “transfert”, a capacidade de um paciente sonambúlico transferir seus sintomas de um membro para outro, e também assumir os sintomas de outro paciente.
A. LEBEAULT (1823 – 1904)
Anbroise Auguste Liebeault tratava gratuitamente sua clientela em Nancy, no interior da França. O método usado por ele era o do “olhar mútuo”. Olhando nos olhos do paciente, sugeria verbalmente a idéia de sono, enquanto o paciente vai “adormecendo”, até entrar num estado profundo para, assim, receber sugestões de bem estar e cura.
BERNHEIM (1837 – 1919)
Hippolity Bernheim interpreta a hipnose com um estado ideodinâmico do cérebro, a capacidade de transformar uma idéia em ação. A sugestão seria a causa do hipnotismo, e através dela seria possível a cura. Demonstrou também que a amnésia pós-hipnótica era sugerida e que todos os sintomas poderiam, também, ser produzidos pela sugestão. Criou-se a Terapia Sugestiva.
ÉMILE COUÉ (1857-1926)
Considerado o “pai” da auto sugestão consciente, este farmacêutico enunciou as leis da sugestão que conhecemos hoje. Podemos considerar que Coué, é o precursor da auto hipnose – “A cada dia eu estou melhor sobre todos os pontos de vista”
BREUER (1842 – 1925)
Joseph Robert Breuer, psiquiatra austríaco, usava a hipnose em sua clínica influenciando Freud a conhecer o trabalho de Charcot.
SIGMUND FREUD (1856 – 1939)
Após conhecer o trabalho de Charcot em Salpetriére, Freud começa a tratar seus pacientes “nervosos” com a hipnose. Procurava-se, através da hipnose, fazer o paciente reviver situações traumáticas, geradora dos sintomas – CATARSE. Freud abandonou a hipnose em 1900, quando publicou a “Interpretação dos Sonhos”, dando início à Psicanálise.
IVAN PAVLOV (1849-1936)
Teoria dos Reflexos Condicionados – Reflexologia
MILTON H. ERICKSON (1901 – 1980)
Psiquiatra americano, trouxe a ideia de que a hipnose é uma resposta elaborada pelo próprio sujeito, ele é que desenvolvia seu transe numa forma única - “toda hipnose é uma auto hipnose” – as pessoas possuem recursos necessários para resolver seus próprios problemas, bastando acessar seu inconsciente pela hipnose.
DAVE ELMAN (1900 – 1967)
Insere a hipnose no meio médico ensinando centenas de médicos nos Estados Unidos. Seu método possibilitou a realização da primeira cirurgia cardíaca de tórax aberto sem anestesia, procedimento conduzido por seus alunos e orientado por ele na sala cirúrgica.
Até aqui, nomeamos os ‘mestres’ e estudiosos da hipnose que são conhecidos e descritos nos livros. Porém há hipnotistas, também famosos, mas pouco divulgados nos livros por trabalharem com abordagens ‘rápidas’ e ‘instantâneas’.
JEFFREY STEPHENS (1959 – 2015)
Considerado um dos hipnoterapeutas mais rápidos do mundo. Causava mudanças permanentes em seus clientes em uma única sessão de 20 minutos ou menos. Também foi muito reconhecido pelos seus ótimos métodos de ensino da hipnose, fazendo seus alunos hipnoterapeutas incríveis em muito pouco tempo.
SEAN MICHAEL ANDREWS
Com o slogan “O Hipnotista mais Rápido do Mundo”, faz parte dos principais instrutores do Instituto Dave Elman.
IGOR LEDOCHWSKI (1974 - )
Provavelmente o instrutor com mais diferentes cursos de hipnose no mundo, com mais de 10 cursos diferentes em DVDs sobre todos os tipos de hipnose. Desenvolveu seus próprios meios metódicos e detalhistas de ensinar os conceitos dessa arte, de forma fácil e rápida para que qualquer um possa aprender, mesmo sozinho.
ANTHONY JACQUIN (1974 - )
O mais famoso hipnotista de rua, autor do primeiro livro sobre o assunto, Reality is Plastic: The Art of Impromptu Hypnosis (Jacquin A., 2008)[1]
Tendo nomeado os grandes estudiosos e práticos da hipnose no mundo, penso ser interessante retornar um pouco nesta história para melhor compreender alguns avanços e/ou retrocessos na direção para qual a hipnose caminhou e caminha. Ideias antes refutadas pela ciência, hoje vêm encontrando espaço e renascendo das cinzas, talvez não apoiadas pelo modelo cartesiano, mas pelos novos paradigmas da ciência.
VOLTANDO NO TEMPO
Gostaria de retomar as ideias de Mesmer que contribuíram muito para o desenvolvimento da hipnose, tanto na exposição do seu potencial curativo quanto nas polêmicas despertadas pela Igreja e a Academia de Ciência da época.
Ele acreditava que os corpos celestes exerciam uma ação direta sobre os seres vivos através de um fluido cósmico que penetrava a matéria e que um desequilíbrio fluídico, traria distúrbios físicos e emocionais.
Realizava curas por imposição das mãos e pelo uso do baquet, onde acreditava poder acumular a energia vital e transmiti-la aos seus pacientes que experimentavam convulsões (mesméricas), tremores e espasmos musculares, que indicavam uma crise fisiológica como o ponto máximo do combate à doença.
Mesmer caiu em descrédito como resultado da comissão de 1784, quando concluiu-se que o que ocorria era mero efeito da sugestão, fazendo-se valer a força do psicológico sobre o energético.
Assim, ao longo do tempo, houve um progressivo abandono das ideias vitalistas em troca da compreensão fisiológica e psicológica.
Nessa ‘nova’ visão fisiológica e psicológica, duas escolas francesas se sobressaíram no final do século XIX e início do século XX. As escolas de Slapêtrière liderada por Charcot e a escola de Nancy, dirigida por Lièbault e Bernheim.
Charcot, anatomista e neurologista, afirmava que os fenômenos hipnóticos eram decorrentes de efeitos físicos provenientes do metal, luz ou som (métodos que ele usava como indução), não levando em consideração a atitude do operador e da sugestão.
Lièbault e Bernheim acreditavam que os efeitos de cura obtidos pelo hipnotismo eram decorrentes da sugestão.
O abandono da visão energética e a adoção da fenomenologia fisiológica e psicológica, possibilitou a compreensão do inconsciente (Freud) e o posterior surgimento da psicanálise.
Aqui ocorre o que chamamos de efeito iatrogênico[2], isto é, quando descobrimos que algo funciona de uma determina forma, tendemos a diminuir a importância da outra maneira, desprezando-a.
Ainda hoje, seguidores do mesmerismo continuam estudando os fenômenos energéticos - mesmerismo e fascinação – como uma abordagem diferente da hipnose.
Cada período da história da hipnose, podemos nos deparar com novas ideias e conceitos, bem como novas formas de induzir os estados de transe e a maneira de usar as sugestões cada vez mais alinhadas com o objetivo.
Daí encontramos dois expoentes, cada qual na sua abordagem:
Milton Erickson (naturalista) e Dave Elman (clássica).
Atualmente existem diversos hipnólogos que, em busca de satisfazer o ego e vender um produto, inventam nomes diferentes para um mesmo processo – a hipnose.
Hoje encontramos as chamadas ‘hipnose isso ou aquilo’, que levam o crédito de seus ‘criadores’ e muitas vezes, o processo ‘inventado’ não chega a ser hipnose.
Prefiro considerar que existem várias aplicações da hipnose nas mais diversas áreas profissionais, seja na psicologia, medicina, odontologia, administração, vendas etc., porém todas partem dos princípios da hipnose clássica e naturalista.
" ANTES DE SE LANÇAR EM DETERMINADA RELIGIÃO, SÓ PELO FATO QUE CAIU EM SONO INCONTROLÁVEL, CHOROU, ENTROU EM CONVULSÃO, TEVE PALPITAÇÃO, SUOR EM EXCESSO, MÃOS FRIAS, BOCA SECAS E COLADAS, TREMORES, ABERTURA DE BOCA (BOCEJOS), ALTERAÇÃO DE PA (Pressão Arterial)... REFLITA O QUE ESCREVI E ESCREVO E PROVO CONSTANTEMENTE... TEM MUITA GENTE MAL INTENCIONADA POR AÍ, SÓ COM INTERESSE DE TER MAIS UM PARA PAGAR ( SERVIÇOS ), COM INTENÇÃO DE FAZER CRESCER A SUA " CASA RELIGIOSA", TER MÃO DE OBRA GRATUITA E TOMAR SEU PRECIOSO TEMPO COM SONHOS E DEVANEIOS.... A ESPIRITUALIDADE EXISTE, LÓGICO, A MEDIUNIDADE É PROVADA LÓGICO ! PORÉM ELA TAMBÉM FAZ PARTE DO UNIVERSO HIPNÓTICO ! AGORA É COM VOCÊS ! Isaias Pinto Hernandes - Sacerdote e Presidente da Sagrada Umbanda - Umbanda séria para pessoas sérias.
"BASTA DE SUJAR NOSSA MÃE NATUREZA, BASTA DE TIRAR PROVEITO DAS DORES E DESESPEROS DO PRÓXIMO !
BASTA DE ATERRORIZAR COM MENTIRAS E ILUDIR COM FALSAS PROMESSAS ! A ESPIRITUALIDADE NOS TRAZ AMOR EM ENERGIA, LIMPEZA VIBRACIONAL, ENERGÉTICA, VITALIZAÇÃO ENERGÉTICA E UMA TORCIDA ENORME QUE CONSIGAMOS NOS DESVENCILHAR DE VÍCIOS MEDIÚNICOS E DE TODAS ORDENS, DE COSTUMES E CRENDICES ILUSÓRIAS E ESCRAVIZADORAS. JESUS CRISTO E O BEM ESTEJA COM TODOS VOCÊS, BEM COMO COMIGO PARA LEVANTAR ESTA BANDEIRA MAIS E MAIS E PROPICIAR AMPARO AO CRESCIMENTO ESPIRITUAL DE MEUS SEMELHANTES." Isaias Pinto Hernandes - Sacerdote e Presidente da Sagrada Umbanda - Terapeuta Holístico - Magnetoterapeuta - Cromoterapeuta - Reikiano NII - Acupunturista - Terapeuta Corporal.
www.sagrada-umbanda.blogspot.com.br

sábado

Como funciona um banho de Ervas e o que seria ser Médium.




No Ritual de  Umbanda, os banhos de Ervas sempre estiveram presentes, sendo herdada com certeza das práticas indígenas, bem como dos conhecimentos vindos com nossos Amados Irmãos Negros que vieram pela força neste Brasil e aqui infelizmente escravizados, mas nos propiciando tanta Cultura. Os Banhos eram apresentados pelos mais velhos, bem como pelas Entidades Espirituais (Consciências Vivas) de Luz... Como vou explicar a baixo.

Existem  varios tipos de banhos como veremos abaixo porém os dois principais tipos de banhos:

* Para eliminação de vibrações negativas : Banho de Descarga, descarrego. limpeza.

*Para aderir, fixar vibrações positivas :  Banhos de Fixação, Imantação. 


O banho de descarga tem por finalidade a "Limpeza Astral" das larvas oriundas da baixa magia e atrações negativas ou mesmo influenciadas por espíritos obsessores, repelindo-as. 

Exemplo: Banho Forte : Banho de Sal Grosso ( O Sal Grosso na  verdade são cristais potentes de fixação (neles) das energias negativas, por isso não devemos deixar nenhum pedrinha junto ao corpo, retirando-as com abundância de água doce ),Espada de São Jorge ou de Ogum, Manga Espada, Guiné, Sal grosso, Boldo, Laranja da terra, Fumo e outros que poderão encontrar neste próprio blog.)

O banho de fixação serve para vitalizar, fixar e precipitar os próprios fluídos à mediunidade ativa no Corpo Astral, afins às entidades atuantes e incorporantes.
Exemplo: Banho de pitanga.

O banho de purificação serve para aproximar as energias positivas, acalmar o espírito e aproximar a energia à do Orixá. Ex: Banho de canjica.

O banho de energização serve para reestabelecer o equilíbrio energético. Ele reativa os campos energéticos e repõe o teor positivo físico e espiritual.
Exemplo: Banho de cheiro (Alecrim, Alfazema, Lírio, Hortelã e Manjericão)

O banho de descarrego, deve ser tomado do pescoço para baixo, nunca se molhando a cabeça.

Já o Banho  de fixação de vibrações, no corpo inteiro, inclusive a cabeça. Após o banho, o corpo não deve ser enxuto para maior captação ou eliminação. Deve-se usar roupa totalmente limpa após esses banhos.

Mas do contrário que muitos pensam ou aprenderam. E repetem o que aprenderam para outros, repassando uma inverdade:  Que não se podem tomar banho de Sal Grosso na Cabeça (Coroa). Amigos alguém entra no Mar, quando vai a Praia, ficando com a cabeça para fora, ou usando com toca, capacete?

Lógico que não, por isso amigos, de vez em quando tomar um banho da cabeça aos pés de Sal Grosso limpará os Chakras . E em seguida deverá tomar um banho de Energização e tudo ficará harmonizado energeticamente. ( Obs. Se  mentalizar, vibrar  isso tudo lógico, como vou explicar a abaixo ).

As ervas usadas devem ser juntadas e em vez de jogadas fora no lixo comum, deverão ser depositadas ( não jogadas! )  aos pés de uma árvore, ou algum lugar onde esteja junto a Natureza, pois serão processadas e farão novamente parte da Mãe Natureza. Este Ato  seria uma simbolização de Agradecimento e Compreensão que tudo se transforma e as Energias se processam, se reciclam.

As ervas, no seu preparo, não devem ser cozidas. O fogo deve ser desligado quando a água atingir o estado de ebulição. Juntam-se as ervas, abafando-se o recipiente, para serem usadas com o máximo de suas propriedades. As ervas também podem ser maceradas.




Primeiro temos que ter entendimento que as plantas são portadoras de bioplasma - Energias particulares. Umas atrativas outras repelentes de outras energias.

Estas energias conseguem nos desvencilhar de larvas astrais, miasmas, criações artificiais mentais negativas, egrégoras negativas.

As Entidades Espirituais ( Consciências Vivas ), já em patamar evolutivo mais avançado que nós, trabalhando em amparo à nós, também consciências vivas porém encarnadas, habitantes (presas) nesse planeta, nesta dimensão de matéria. antigamente sabendo dos pouquíssimos recurso que tínhamos quanto a médicos, postos de saúde, hospitais, socorro, intuíam os médiuns para orientar as pessoas o uso das Ervas.

Ainda hoje, são passados pelos médiuns banhos, chás... Porém muitas vezes do conhecimento e vontade de ajudar dos médiuns. Pois as Entidades Espirituais conhecem mais as Leis dos Homens que os próprios encarnados, sabem que se alguém for intoxicado por uso de algo indicado, nenhum Advogado, Juiz vai ter complacência de querer o Caso, colocar a Lei e Cobrá-la.

Nada vale um banho de limpeza, de Imantação se o que mais tem força para ele funcionar seja o mental da pessoa.

A Vibração do Querer se Livrar de uma Energia Negativa ou de Agregar uma Vibração Positiva é responsável por mais do que 70 % do processo.

Nossa Mente, nossos Pensamentos e Postura Vibracional que opera tudo...

Nos aproximamos de obsessores por atração, por falta do bom uso dela.

Não Canso de falar e ensinar : Positivo atrai Positivo
Negativo atrai Negativo
POSITIVO REPELE NEGATIVO

Hoje devemos, nós médiuns ( faço lembrar que todos somos médiuns, o que se leva em conta é o tipo de mediunidade e grau de aprofundamento de transe temos )..... (KKKK Então Amados Amigos, aquela conversinha de Casa Religiosa, pela boca de médium e dirigente... Falando que você tenha mediunidade e tem que trabalhar, nada mais é que, muitas vezes em vez de querer lhe dar oportunidade de exteriorizar suas energias somadas aos Guias, doando aos Semelhantes... Na verdade seja a busca de crescimento da sua corrente de pagadores de mensalidades, de ajudantes braçais nas limpezas, manutenções da Casa e também nas Instituições adjuntas a Casa.
A Umbanda é uma Religião facilitadora... Porém os Homens e Mulheres à frente dela, muitas vezes querem é complicá-la, misturá-la com outras Religiões... Inventarem Cursos Pagos, Sacerdotes se postam a Formar Magos disso e daquilo... Sendo que a única Magia na Umbanda é Amor e Caridade em Energia e Vibrações e Bons Conselhos, que o Bom Médium bem aplicado e bem irradiado possa repassar ou mesmo dar por sí... Já que a Vibração Espiritual é absorvida em média 10, 15% pelos Melhores Médiuns de Irradiação (Incorporação).
Também faço lembar que ninguém fica com Espírito no Corpo tá ! kkkkk
Nem engole espírito como alguns Evangélicos reportam, kkkk .
A Consciência (Espirito) Vibra próximo ao Médium ou a Milhares de Quilômetros.... A Espiritualidade é como um Transmissor e o Médium um Receptor e atua também como Modulador e Transmissor.
Sendo assim uma energia advinda da espiritualidade é somada aos bons sentimentos e boas vibrações do médium (Tá vendo porque Médium não pode estar em vibração de Prepotência? Ser Chulo? Se achar poderoso. Ser Orgulhoso e nem brincalhão nesse momento de Vibração ao Semelhante ? Perceberam que o Médium, já que participa ativamente do Mediar tem que ter Cultura Espiritual, ter uma visão que TODOS MERECEM AMOR E EVOLUÇÃO... Não ser um Julgador, Não tomar tudo como verdade absoluta... Como quem esteja à sua frente como único certo e muito menos vibrar qualquer coisa destoante de Amor a TODOS !!!!! Os únicos que podem promover mudanças são os Espíritos (Consciências ) com esta Autoridade ditada por Deus, não médium, paizinho, mãezinha.. sacerdotes, babalaôs...
Médium Não pode ser um decorador de banhos, receitinhas, ser passador de lista de compras, sem contar provedor de sujeira em minha Mãe Natureza... Entenderam ? ) Médium tem que ser melhor em Bondade e amor a cada novo dia. Tem que saber que as pessoas esperam sua energia nos dias de Trabalho, não quando este queira ou por falta de algo mais interessante como jogo, passeio....
Ser médium de Trabalho, Atendimento é um Sacerdócio...
Nasci na Umbanda e no Kardecismo, fui conhecer outras tantas religiões e seitas para crescer em cultura e nas observações cresci. Me dedico com Amor e sem NUNCA buscar nenhum centavo, sem promover uma única promessa a ninguém. Minha formação Sacerdotal foi pelas mãos dos que trabalhavam a vida toda voltada a caridade.
Tenho asco por comerciantes da fé, seja eles de quaisquer religiões ou seitas.
Tenho aversão a oráculos... Pois sei que a sistemática deles é a busca dos homens aos Segredos de Deus e da Vida.
Sei que o Homem são vem com todas ferramentas para ser Feliz e promover Felicidades...
Sei que tudo que afasta o médium do doar Amor o afasta de Deus.
E busco esta aproximação mais e mais...
Sou brincalhão, sou carnal, adoro minha Mulher, sou humano, sou o churrasco de final de semana, o brinde de números de copos limitados... Fora dos Dias de Trabalho... Lógico pois busco melhores energias para tal. Sigo a Jesus Cristo, que também dançava, sorria, cantava, amava e brindava, comia a carne tenra dos cordeiros, levava seus amigos as melhores festas. Falava pouco e sorria mais.
Não busco as asas, busco a paz... Não quero ter coisas grandes... Quero me engrandecer em bondade. Ainda estou a aprender não esperar nada de ninguém... Tenho fé nas coisas de Deus e as desconfianças das coisas dos homens. Se posso ensinar algo a alguém... Ensino pensar, raciocinar, se potencializar por si e pelas vibrações particulares, do entorno e do Alto. Sou isso e aquilo, sou o que queiram, mas faço o que meu Deus e eu mesmo quero sempre. Sou Isaias Pinto - Autor: Isaias Pinto Hernandes, falando de nossa Sagrada Umbanda.


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domingo

HIPNOSE NAS RELIGIÕES.... O TRANSE É UM PROCESSO HIPNÓTICO.

HIPNOSE ESTÁ PRESENTE EM TODAS RELIGIÕES "TODAS !"  Isaias Pinto Hernandes.
ESTE TEXTO ABAIXO SE CHOCA COM A VERDADE, POIS A IGREJA CATÓLICA FOI UMA DAS PRIMEIRAS A UTILIZAR A HIPNOSE (COMO VÃO VERIFICAR NA PARTE FINAL DO TEXTO)... COMO POR ELA CRIAR O PROCESSO DE EXORCISMO... INDUZINDO OU ENCONTRANDO DETERMINADA PESSOA HIPNOTIZADA POR SUGESTÃO FAMILIAR, PRÓPRIA PSIQUÊ OU DO CONDUTOR DO PROCESSO DE EXORCISMO. Isaias Pinto Hernandes.

* Hipnose! Existem fortes reservas morais à luz da fé Católica quanto a seu uso.
Fonte: Dom Estêvão Bettencourt (OSB)

A hipnose é um estado de sono em que o paciente fica sujeito às sugestões ou à vontade de um operador (podendo perdurar a influência deste mesmo depois de cessado o transe).
Em estado de hipnose, portanto, o indivíduo perde a sua personalidade em grau maior ou menor, pois é, até certo ponto, destituído da sua faculdade de raciocinar e da sua vontade própria. Em tais circunstâncias, arrisca-se a cometer atos que não cometeria em estado de lucidez.

Tem sido muito debatida a questão: será que o hipnotizador possui poder sugestivo necessário para obrigar o paciente a realizar até mesmo ações que contrariem a sua consciência?

O Dr. Júlio Camino (Como se hipnotiza, Madrid), médico que tem a experiência de milhares de casos de hipnotismo, afirma categoricamente que o hipnotizador pode induzir o paciente a crimes gravíssimos. Cita, por exemplo, o caso de uma senhora hipnotizada a quem ele sugeriu que no dia seguinte envenenasse toda a sua família, lançando na respectiva comida um pó que o hipnotizador lhe consignou (e que naturalmente era inofensivo). Pois bem, chegada a hora prevista, a senhora, já liberta da hipnose, julgando que ninguém a via, atirou nos alimentos de seus familiares o presumido veneno; entrementes os interessados e o médico às ocultas a espreitavam!
Nem todos os autores são do parecer do Dr. Camino; há quem assegure que o conflito psíquico provocado no paciente por uma ordem imoral pede chegar a despertá-lo do sono hipnótico. Contudo a tese de Camino parece demais comprovada pelos fatos para que dela se possa duvidar.

Além disso, sabe-se que a hipnose tem consequências psíquicas e físicas daninhas para o paciente: pode deformar-lhe a personalidade, reduzir-lhe a liberdade de arbítrio, excitar-lhe paixões para com o hipnotizador, assim como influir nocivamente sobre o coração e as grandes artérias do organismo.

Tais efeitos justificam as graves restrições que a Moral cristã faz ao uso da hipnose. Não é lícito ao homem alheiar-se à sua responsabilidade e colocar-se abaixo do nível da moralidade, pois Deus tendo feito o homem animal racional, deseja que ele proceda como ser racional e consciente. Sem razões imperiosas não se justifica que alguém se arrisque a cometer atos degradantes ou a servir aos interesses pecaminosos de outrem, manifestando segredos, revelando nomes que deveriam ficar ocultos, etc.

A consciência cristã veda, por conseguinte, a hipnotização praticada a título de mero divertimento. Não se lhe opõe, porém, desde que se tenha em mira curar ou aliviar um caso patológico, como a alucinação, a loucura, a insônia, a neurastenia, as dores resultantes de intervenção cirúrgica.

Em tais casos, devidamente diagnosticados, o cuidado do hipnotizar só poderá ser confiado a médico perito, comprovadamente honesto, que trabalhe em presença de testemunhas moralmente idôneas e com o consentimento do paciente ou de seus responsáveis.

A liceidade da hipnotização nessas circunstâncias reconhecida por declarações do Santo Ofício promulgadas em 1840, 1847 e 1899, as quais ao mesmo tempo não deixavam de chamar a atenção para os perigos da dita praxe. O Santo Padre Pio XII, aos 24 de fevereiro de 1957, num discurso dirigido a médicos, pronunciou-se sobre a anestesia em geral, considerando explicitamente a hipnose; eis um dos trechos que aqui nos interessam:

“Pretendo-se obter uma baixa da consciência e, por meio dela, das faculdades superiores, de maneira que se paralisem os mecanismos psíquicos de domínio utilizados constantemente pelo homem para .se governar e dirigir; este abandona-se então sem resistência ao jogo das associações de idéias, dos sentimentos e impulsos volitivos. Os perigos de tal estado são evidentes: pode acontecer que se libertem assim impulsos instintivos imorais… Suspender os dispositivos de domínio torna-se especialmente perigoso, quando se chega a provocar a revelação dos segredos da vida privada, pessoal ou familiar, e da vida social… Há certos segredos que se não devem revelar a ninguém, nem sequer, como diz uma fórmula técnica, uns viro prudenti o! silentii teraci!… Por isto não se pode deixar de aprovar o uso de narcóticos na medicação pré-operatória, para evitar tais inconvenientes…

Não queremos que se estenda pura e simplesmente à hipnose em geral o que dizemos da hipnose a serviço do médico. Com efeito, esta, como objeto de investigação científica, não pode ser estudada por quem quer que seja, mas só por um sábio sério e dentro dos limites morais que valem para toda atividade científica. Não é este o caso de qualquer círculo de leigos ou eclesiásticos que a praticassem como coisa interessante, a título de pura experiência ou mesmo por simples passatempo” (texto transcrito da “Revista Eclesiástica Brasileira” XVII [1957] 477s).
***
Paulo Pedrosa
A hipnose, além de ser inócua para realizar uma cura física ou moral, é um método muito perigoso. Além de perigo de dano físico, fisiológico, psíquico e intelectual, constitui principalmente uma perigo moral.
As pessoas mais susceptíveis à hipnose são ou histéricos ou os que sofrem de alguma neurose. Estes, pela hipnose, podem ser levados à loucura. O mecanismo cerebral é muito delicado, e a prática constante de hipnose pode tirar este mecanismo delicado do eixo. As sugestões hipnóticas estabelecem idéias e sentimentos, sentidos e razões em conflito, e viciam o funcionamento da mente.

Portanto, o hipnotismo é perigoso, e uma prática moralmente detestável. No processo de sugestão o indivíduo aliena sua liberdade e sua razão, se submetendo à dominação de outro. Ninguém tem o direito de abdicar desta forma ao seu direito à consciência para renunciar seus deveres para com a sua personalidade”

Fonte, Hypnotism, Catholic Encyclopedia, http://www.newadvent.org/cathen/07604b.htm

* AGORA VEJAM A VERDADE.... A HISTÓRIA DA HIPNOSE NO CATOLICISMO, RELIGIÕES E ATENDIMENTOS...  E AFIRMO TODA LITURGIA, TODAS FORMAS CRIADAS DE EXPECTATIVAS, ODORES, SABORES, FORMAS, CORES E IMAGENS NOS COLOCAM EM TRANSE.... ENTÃO AMIGOS, A DEFUMAÇÃO, AS ESSÊNCIAS, AS GRANDES IMAGENS AO ALTO, O ECO, A AMPLITUDE DE ESPAÇO, AS NOTAS MUSICAIS E DETERMINADOS SONS DE INSTRUMENTOS COMO ÓRGÃOS, TAMBORES, FLAUTAS, VIOLÃO, GUITARRAS E OUTROS.... BEM COMO PALMAS, DANÇAS, GIROS, NOS COLOCAM NUM ESTADO ALTERADO DE CONSCIÊNCIA…ENTENDERAM PORQUE EXPLORARAM FACILMENTE A INOCÊNCIA DAS PESSOAS QUE BUSCAM DETERMINADAS RELIGIÕES ? TENHO CERTEZA QUE JÁ VIRAM EM IGREJAS EVANGÉLICAS SHOWS DE HIPNOSE OU ATÉ HIPNOSE COLETIVA, COMO TAMBÉM JÁ SE VÊ NOS ENCONTROS CARISMÁTICOS, NAS TENDAS DE UMBANDAS, ILÊS DE CANDOMBLÉ, MOSTEIROS, IGREJAS GERAIS... ATÉ MESMO EM PRAÇAS PÚBLICAS. QUANDO VOCÊ COMPRA DETERMINADA COISA QUE AO SAIR DA LOJA PERCEBEU QUE NÃO TINHA NECESSIDADE E NEM CONDIÇÃO ALGUMA DE TER TAL COISA... FORA HIPNOTIZADO. AS CORES DAS LOJAS, DAS MARCAS, O PERFUME NELAS... A FALA BAIXA E PAUSADA DO BOM VENDEDOR OU MESMO AS QUE ATROPELAM NOSSO PENSAR... O SINCRONISMO DE POSTURA, DE TONS, OS ELOGIOS...TUDO FAZ PARTE DO QUE NÓS ESTUDIOSOS CHAMAMOS DE RAPPORT
( * Rapport é um conceito do ramo da psicologia que significa uma técnica usada para criar uma ligação de sintonia e empatia com outra pessoa.

Esta palavra tem origem no termo em francês rapporter que significa "trazer de volta". O rapport ocorre quando existe uma sensação de sincronização entre duas ou mais pessoas, porque elas se relacionam de forma agradável. A nível teórico, o rapport inclui três componentes comportamentais: atenção mútua, positividade mútua e coordenação.

Importante no estudo e identificação de várias manifestações comportamentais, o rapport pode ser usado no contexto de relacionamentos pessoais ou profissionais. Esta técnica é muito útil, porque cria laços de compreensão entre dois ou mais indivíduos.

Usar o rapport não significa aceitar todas as opiniões da outra pessoa, e sim ouvi-la e fazer com que ela veja que o seu ponto de vista ou valores são compreendidos e respeitados. É bastante comum pessoas tentarem "forçar" o rapport, com o objetivo de manipular o outro. No entanto, quando a intenção não é ter uma ligação genuína com essa pessoa, ela pode desconfiar e reagir negativamente à tentativa.

O rapport tem grande relevância no mundo empresarial, sendo muitas vezes usado estrategicamente em processos de negociação e vendas. No rapport, uma pessoa mostra interesse na opinião e nos pensamentos do outro, uma atitude que funciona como facilitadora de qualquer negociação.

Para muitas pessoas, o rapport é algo natural, sendo que elas conseguem criar uma ligação de respeito e confiança com outras pessoas sem terem que fazer um esforço consciente.

Em muitas ocasiões, o rapport está relacionado com a sedução, sendo uma ferramenta usada no contexto de relacionamentos, para melhorar a relação entre duas pessoas ou para conquistar uma pessoa interessante.

O rapport é frequentemente descrito como um dos fundamentos da PNL (Programação Neurolinguística), uma ciência que tem a mente humana como objeto de estudo e que pode ser usada para reprogramar condutas indesejadas. )

AMADOS AMIGOS E IRMÃO DE FÉ... A BENÇÃO DA TROCA ENERGÉTICA ATRAVÉS DOS ENCONTROS RELIGIOSOS SÃO UMA BENÇÃO, MAS NÃO CABE MAIS MENTIRAS E DEVANEIOS NA VIDA DE QUEM SE MANTEM EM BUSCA DE EVOLUÇÃO PELA PARTICIPAÇÃO EM ALGUMA DELAS. Isaias Pinto Hernandes - Sacerdote e Presidente da Sagrada Umbanda - Terapeuta Holístico - Magnetoterapeuta - TH - CRT 38862

A VERDADE !

HIPNOSE NAS RELIGIÕES E NA ÁREA MÉDICA

UMA BREVE HISTÓRIA DA HIPNOSE Hipnose

Um assunto tão antigo quanto à história da humanidade, a hipnose sempre foi e ainda vem sendo associada à magia, misticismo, bruxaria, controle da mente etc. Porém atualmente ela vem ganhando muito espaço na mídia e na ciência. É comum nos programas de televisão, um hipnólogo (posteriormente falarei mais sobre esta nomenclatura) induzindo pessoas da plateia a realizarem algo diferente ou engraçado. Nas ruas podemos ver placas oferecendo hipnose grátis. Mas é comum também encontrarmos na literatura científica, a hipnose sendo aplicada no controle da dor, na psicoterapia, no esporte e em outras áreas do conhecimento.
Entre as mais diversas abordagens terapêuticas utilizadas pelo homem, a hipnose é a mais antiga. Rituais, práticas religiosas, cânticos, meditações etc., utilizam-se dos chamados estados alterados de consciência (transe) com a finalidade de ‘cura’.
As principais nações da Antiguidade já usavam a hipnose. No Egito existem claras referências ao uso da hipnose para curar dores, encontradas em papiros e gravuras e lá se encontravam os Templos do Sono. Na Grécia, era reverenciado Esculápio, o deus da medicina. As pessoas iam ao Templo para dormir e serem curadas de seus males espirituais e buscar respostas para seus problemas pessoais. Na Índia, China, Pérsia, Caldéia, já se conheciam os estados de transe induzidos por sacerdotes, as curas por imposição das mãos utilizadas pelos reis – toque real – para produzir o alívio da dor e a cura de várias doenças.
Na China e no Oriente próximo, o uso do magneto – imã – já era usado terapeuticamente.


PARACELSO (1493-1541)
No século XVI o médico suíço comparava o homem aos pólos de um imã. Ele considerava o homem um microcosmo idêntico ao macrocosmo e, foi o primeiro a afirmar que havia doenças físicas e psíquicas. Assim, Paracelso propôs um tratamento químico para as doenças físicas e tratamento espiritual para as doenças não físicas.

Pe. GASSNER (1727 – 1779)
Foi um exorcista do séc. XVIII, e fazia demonstrações de hipnose induzida por susto. Usava um crucifixo cravejado de brilhantes que colocava na frente das pessoas, ordenando-lhes que olhassem fixamente para o crucifixo, enquanto ele recitava palavras em latim, e as pessoas o obedeciam sem mesmo conhecer o idioma. Ele sugeria que seus corações parassem, reduzia os batimentos, simulando a morte, e depois as “ressuscitava” por ordem imperativa.

MAXIMILIANO HELL (1720-1792)
Ele era padre jesuíta, professor de astronomia e astrologia. Curava os doentes aplicando-lhes pequenos pedaços de imã sobre o corpo.

FRANZ ANTON MESMER (1734-1815)
Nasceu em 23 de maio de 1734 na Áustria, doutorando-se em medicina pela Universidade de Viena em 1766 com a tese: “ De Planetarum Influxu”, um de seus professores foi o Pe. Hell. Mesmer percebeu que os fluídos, antes harmonizados pelo imã, poderia ser harmonizados através do toque das mãos ou as aproximando a uma pequena distância do corpo.
Mesmer foi a Paris e lá, formulou sua teoria do Magnetismo Universal – o Mesmerismo.
Durante as sessões de mesmerismo, algumas pessoas entravam num estado de calma e sonolência, enquanto outras entravam em um estado de excitação (catarse).
Em 11 de outubro de 1784, foi realizada uma comissão para estudar a descoberta do Magnestismo Animal. Participaram dessa comissão membros da Academia de Medicina e da Academia de Ciências, entre eles Benjamin Franklin, Lavoisier, Guillotin. Esta comissão considerou tudo fruto da imaginação, pois não havia nenhuma influência do chamado fluído magnético.

ARMAND CHASTENET DE PUYSÉGUR (1751-1825)
O Marquês de Puységur, discípulo de Mesmer, procurando curar um paciente com problemas respiratórios, se deparou com um estado de consciência muito especial. Seu paciente, em estado mesmérico, falava tranqüilamente, fazendo indicações de como proceder para obter sua cura. Puységur chamou este estado de sonambulismo artificial. O interessante era que, o paciente era um camponês (Victor) inculto, e o que ele falava no estado sonambúlico era de uma inteligência superior a sua inteligência comum. Usou o termo “sonambulismo” artificial.

ABADE FARIA (1756-1819)
José Custódio de Faria, nasceu em Goa, colônia portuguesa, na Índia. Seu método era o OLHAR fixamente nos olhos das pessoas, enquanto repetia a palavra “DURMA”.....as pessoas dormiam !!! e quando dizia “ACORDE” elas acordavam. Ele negava a existência de um fluído magnético e defendia a idéia de aquele estado era produzido pela diminuição do fluxo sanguíneo no cérebro. Ele havia descoberto a hipnose rápida e imperativa – TEATRAL.

JOHN ELLIOTSON (1791-1868)
Professor de medicina na University College Hospital e presidente da Sociedade Médica de Cirurgia. Em 1843 ele funda uma revista especializada, “ZOIST” e o primeiro Hospital Mesmérico em 1846. Realizou milhares de cirurgias sem dor.

JAMES ESDAILE (1808 – 1859)
Graduado e medicina em 1830. Trabalhou na Índia onde realizou mais de 3000 cirurgias usando o mesmerismo como anestésico – hipnoanestesia.

JAMES BRAID (1795 – 1860)
Através da fixação do olhar usava o mesmerismo e o considerou como sono artificial, produzido pelo cansaço do nervo ótico. Escreveu um livro com o título de: “ Neuroypnology or the Rationale or Nervous Sleep”. Deu o nome de HIPNOTISMO embora mais tarde notou que nada tinha haver com sono, mas o nome ficou inalterado. HYPNOS = SONO (do grego)

JEAN MARTIN CHARCOT (1825 – 1893)
No Hospital da Slpetrière, em Paris, o famoso neurologista faz uma série de experimentos com o hipnotismo, submetendo as pacientes histéricas. Para Charcot, o hipnotismo dividia-se em três partes:
1. CATALEPSIA: rigidez corporal
2. LETARGIA: flacidez muscular
3. SONAMBULISMO
Os métodos usados por ele eram através de fortes e repentinos estímulos (flash, gongo, etc). Um dos fenômenos interessantes que Charcot se deparou, foi o denominado por ele de “transfert”, a capacidade de um paciente sonambúlico transferir seus sintomas de um membro para outro, e também assumir os sintomas de outro paciente.

A. LEBEAULT (1823 – 1904)
Anbroise Auguste Liebeault tratava gratuitamente sua clientela em Nancy, no interior da França. O método usado por ele era o do “olhar mútuo”. Olhando nos olhos do paciente, sugeria verbalmente a idéia de sono, enquanto o paciente vai “adormecendo”, até entrar num estado profundo para, assim, receber sugestões de bem estar e cura.

BERNHEIM (1837 – 1919)
Hippolity Bernheim interpreta a hipnose com um estado ideodinâmico do cérebro, a capacidade de transformar uma idéia em ação. A sugestão seria a causa do hipnotismo, e através dela seria possível a cura. Demonstrou também que a amnésia pós-hipnótica era sugerida e que todos os sintomas poderiam, também, ser produzidos pela sugestão. Criou-se a Terapia Sugestiva.

ÉMILE COUÉ (1857-1926)
Considerado o “pai” da auto sugestão consciente, este farmacêutico enunciou as leis da sugestão que conhecemos hoje. Podemos considerar que Coué, é o precursor da auto hipnose – “A cada dia eu estou melhor sobre todos os pontos de vista”

BREUER (1842 – 1925)
Joseph Robert Breuer, psiquiatra austríaco, usava a hipnose em sua clínica influenciando Freud a conhecer o trabalho de Charcot.

SIGMUND FREUD (1856 – 1939)
Após conhecer o trabalho de Charcot em Salpetriére, Freud começa a tratar seus pacientes “nervosos” com a hipnose. Procurava-se, através da hipnose, fazer o paciente reviver situações traumáticas, geradora dos sintomas – CATARSE. Freud abandonou a hipnose em 1900, quando publicou a “Interpretação dos Sonhos”, dando início à Psicanálise.

IVAN PAVLOV (1849-1936)
Teoria dos Reflexos Condicionados – Reflexologia

MILTON H. ERICKSON (1901 – 1980)
Psiquiatra americano, trouxe a ideia de que a hipnose é uma resposta elaborada pelo próprio sujeito, ele é que desenvolvia seu transe numa forma única - “toda hipnose é uma auto hipnose” – as pessoas possuem recursos necessários para resolver seus próprios problemas, bastando acessar seu inconsciente pela hipnose.

DAVE ELMAN (1900 – 1967)
Insere a hipnose no meio médico ensinando centenas de médicos nos Estados Unidos. Seu método possibilitou a realização da primeira cirurgia cardíaca de tórax aberto sem anestesia, procedimento conduzido por seus alunos e orientado por ele na sala cirúrgica.

Até aqui, nomeamos os ‘mestres’ e estudiosos da hipnose que são conhecidos e descritos nos livros. Porém há hipnotistas, também famosos, mas pouco divulgados nos livros por trabalharem com abordagens ‘rápidas’ e ‘instantâneas’.

JEFFREY STEPHENS (1959 – 2015)
Considerado um dos hipnoterapeutas mais rápidos do mundo. Causava mudanças permanentes em seus clientes em uma única sessão de 20 minutos ou menos. Também foi muito reconhecido pelos seus ótimos métodos de ensino da hipnose, fazendo seus alunos hipnoterapeutas incríveis em muito pouco tempo.

SEAN MICHAEL ANDREWS
Com o slogan “O Hipnotista mais Rápido do Mundo”, faz parte dos principais instrutores do Instituto Dave Elman.

IGOR LEDOCHWSKI (1974 - )
Provavelmente o instrutor com mais diferentes cursos de hipnose no mundo, com mais de 10 cursos diferentes em DVDs sobre todos os tipos de hipnose. Desenvolveu seus próprios meios metódicos e detalhistas de ensinar os conceitos dessa arte, de forma fácil e rápida para que qualquer um possa aprender, mesmo sozinho.

ANTHONY JACQUIN (1974 - )
O mais famoso hipnotista de rua, autor do primeiro livro sobre o assunto, Reality is Plastic: The Art of Impromptu Hypnosis (Jacquin A., 2008)[1]

Tendo nomeado os grandes estudiosos e práticos da hipnose no mundo, penso ser interessante retornar um pouco nesta história para melhor compreender alguns avanços e/ou retrocessos na direção para qual a hipnose caminhou e caminha. Ideias antes refutadas pela ciência, hoje vêm encontrando espaço e renascendo das cinzas, talvez não apoiadas pelo modelo cartesiano, mas pelos novos paradigmas da ciência.

VOLTANDO NO TEMPO
Gostaria de retomar as ideias de Mesmer que contribuíram muito para o desenvolvimento da hipnose, tanto na exposição do seu potencial curativo quanto nas polêmicas despertadas pela Igreja e a Academia de Ciência da época.

Ele acreditava que os corpos celestes exerciam uma ação direta sobre os seres vivos através de um fluido cósmico que penetrava a matéria e que um desequilíbrio fluídico, traria distúrbios físicos e emocionais.

Realizava curas por imposição das mãos e pelo uso do baquet, onde acreditava poder acumular a energia vital e transmiti-la aos seus pacientes que experimentavam convulsões (mesméricas), tremores e espasmos musculares, que indicavam uma crise fisiológica como o ponto máximo do combate à doença.

Mesmer caiu em descrédito como resultado da comissão de 1784, quando concluiu-se que o que ocorria era mero efeito da sugestão, fazendo-se valer a força do psicológico sobre o energético.

Assim, ao longo do tempo, houve um progressivo abandono das ideias vitalistas em troca da compreensão fisiológica e psicológica.

Nessa ‘nova’ visão fisiológica e psicológica, duas escolas francesas se sobressaíram no final do século XIX e início do século XX. As escolas de Slapêtrière liderada por Charcot e a escola de Nancy, dirigida por Lièbault e Bernheim.

Charcot, anatomista e neurologista, afirmava que os fenômenos hipnóticos eram decorrentes de efeitos físicos provenientes do metal, luz ou som (métodos que ele usava como indução), não levando em consideração a atitude do operador e da sugestão.
Lièbault e Bernheim acreditavam que os efeitos de cura obtidos pelo hipnotismo eram decorrentes da sugestão.
O abandono da visão energética e a adoção da fenomenologia fisiológica e psicológica, possibilitou a compreensão do inconsciente (Freud) e o posterior surgimento da psicanálise.
Aqui ocorre o que chamamos de efeito iatrogênico[2], isto é, quando descobrimos que algo funciona de uma determina forma, tendemos a diminuir a importância da outra maneira, desprezando-a.
Ainda hoje, seguidores do mesmerismo continuam estudando os fenômenos energéticos - mesmerismo e fascinação – como uma abordagem diferente da hipnose.
Cada período da história da hipnose, podemos nos deparar com novas ideias e conceitos, bem como novas formas de induzir os estados de transe e a maneira de usar as sugestões cada vez mais alinhadas com o objetivo.
Daí encontramos dois expoentes, cada qual na sua abordagem:

Milton Erickson (naturalista) e Dave Elman (clássica).

Atualmente existem diversos hipnólogos que, em busca de satisfazer o ego e vender um produto, inventam nomes diferentes para um mesmo processo – a hipnose.
Hoje encontramos as chamadas ‘hipnose isso ou aquilo’, que levam o crédito de seus ‘criadores’ e muitas vezes, o processo ‘inventado’ não chega a ser hipnose.
Prefiro considerar que existem várias aplicações da hipnose nas mais diversas áreas profissionais, seja na psicologia, medicina, odontologia, administração, vendas etc., porém todas partem dos princípios da hipnose clássica e naturalista.

Fonte: www.libermanhipnose.com.br

" ANTES DE SE LANÇAR EM DETERMINADA RELIGIÃO, SÓ PELO FATO QUE CAIU EM SONO INCONTROLÁVEL, CHOROU, ENTROU EM CONVULSÃO, TEVE PALPITAÇÃO, SUOR EM EXCESSO, MÃOS FRIAS, BOCA SECAS E COLADAS, TREMORES, ABERTURA DE BOCA (BOCEJOS), ALTERAÇÃO DE PA (Pressão Arterial)... REFLITA O QUE ESCREVI E ESCREVO E PROVO CONSTANTEMENTE... TEM MUITA GENTE MAL INTENCIONADA POR AÍ, SÓ COM INTERESSE DE TER MAIS UM PARA PAGAR ( SERVIÇOS ), COM INTENÇÃO DE FAZER CRESCER A SUA " CASA RELIGIOSA", TER MÃO DE OBRA GRATUITA E TOMAR SEU PRECIOSO TEMPO COM SONHOS E DEVANEIOS.... A ESPIRITUALIDADE EXISTE, LÓGICO, A MEDIUNIDADE É PROVADA LÓGICO ! PORÉM ELA TAMBÉM FAZ PARTE DO UNIVERSO HIPNÓTICO ! AGORA É COM VOCÊS ! Isaias Pinto Hernandes - Sacerdote e Presidente da Sagrada Umbanda - Umbanda séria para pessoas sérias.

"BASTA DE SUJAR NOSSA MÃE NATUREZA, BASTA DE TIRAR PROVEITO DAS DORES E DESESPEROS DO PRÓXIMO !
BASTA DE ATERRORIZAR COM MENTIRAS E ILUDIR COM FALSAS PROMESSAS ! A ESPIRITUALIDADE NOS TRAZ AMOR EM ENERGIA, LIMPEZA VIBRACIONAL, ENERGÉTICA, VITALIZAÇÃO ENERGÉTICA E UMA TORCIDA ENORME QUE CONSIGAMOS NOS DESVENCILHAR DE VÍCIOS MEDIÚNICOS E DE TODAS ORDENS, DE COSTUMES E CRENDICES ILUSÓRIAS E ESCRAVIZADORAS. JESUS CRISTO E O BEM ESTEJA COM TODOS VOCÊS, BEM COMO COMIGO PARA LEVANTAR ESTA BANDEIRA MAIS E MAIS E PROPICIAR AMPARO AO CRESCIMENTO ESPIRITUAL DE MEUS SEMELHANTES." Isaias Pinto Hernandes - Sacerdote e Presidente da Sagrada Umbanda - Terapeuta Holístico - Magnetoterapeuta - Cromoterapeuta - Reikiano NII - Acupunturista - Terapeuta Corporal.

www.sagrada-umbanda.blogspot.com.br

OUVIR VOZES E VER ESPÍRITOS.... O QUE PENSA A MEDICINA ATUAL...




Dr. Sérgio Felipe de Oliveira com a palavra:
Ouvir vozes e ver espíritos não é motivo para tomar remédio de faixa preta pelo resto da vida… Até que enfim as mentes materialistas estão se abrindo para a Nova Era; para aqueles que queiram acordar, boa viagem, para os que preferem ainda não mudar de opinião, boa viagem também…
Uma nova postura da medicina frente aos desafios da espiritualidade

Vejam que interessante a palestra sobre a glândula pineal do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP:
A obsessão espiritual como doença da alma, já é reconhecida pela Medicina. 

Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do Ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito. No entanto, quero retificar, atualizar os leitores de meus artigos com essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do indivíduo e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade:
Mente, corpo e espírito
Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral:
Biológico, psicológico e espiritual.
Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID – Código Internacional de Doenças – que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.
O CID 10, item F.44.3 – define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.

Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença.

Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos – nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura bem como na interferência de um ser desencarnado, a Obsessão espiritual..

Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.
O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria – DSM IV – alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura.
Na Faculdade de Medicina DA USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, que coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.

Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.

Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.

Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de “psicóticos” por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. (Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral).


Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.


Fonte:
Texto de Osvaldo Shimoda
Colaboração de CEECAL – Centro de Estudos Espírita Caminho da Luz:
http://ceecal.com/
Fonte: http://www.celc.org.br/…/medicina-reconhece-obsessao-espiri…